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Alcolumbre se recusa a pautar PEC da Segurança, dizem senadores

Já aprovada na Câmara, proposta segue sem relator no Senado e depende de decisão de Davi Alcolumbre para avançar


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Matheus Veloso/Metrópoles

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Aposta do presidente Lula para sua campanha de reeleição, a PEC da Segurança Pública pode permanecer travada no Senado Federal.

A proposta, aprovada na Câmara dos Deputados desde março, ainda depende da indicação de um relator e da definição do rito de tramitação pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Nos bastidores, lideranças de partidos aliados ao governo relatam que Alcolumbre tem evitado dar respostas objetivas quando questionado sobre o andamento do texto e, em alguns momentos, sinaliza que não pretende levá-lo à votação por agora.

O ambiente político pode se tornar ainda mais delicado após a rejeição, por parte dos senadores, do nome do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

Apesar disso, aliados do presidente no Congresso Nacional indicam que devem aguardar uma definição do comando do Senado antes de adotar qualquer estratégia mais incisiva em relação à proposta.

Nesta segunda-feira (4/5), Lula tem reunião marcada com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima.

Como mostrou a coluna, ele vem sendo alvo de críticas dentro do próprio governo por uma atuação considerada discreta diante da derrota envolvendo Jorge Messias.

Ministério da Segurança Pública

Lula já afirmou, em entrevista, que a criação do Ministério da Segurança Pública, promessa de sua campanha de 2022, está condicionada à aprovação da PEC.

"Essa PEC vai permitir que a gente tome uma decisão muito importante, que é criar o Ministério da Segurança Pública e definir uma nova ação do governo federal na área", declarou o presidente em março.



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