Integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty reagiram com cautela à notícia de que o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) viajará aos Estados Unidos na próxima semana em busca de uma reunião com Donald Trump.
Sob reserva, diplomatas brasileiros ouvidos pela coluna levantam dúvidas sobre o encontro. Eles dizem que o governo ainda não teve confirmação da reunião e avaliam que Flávio usou o fato para tentar ofuscar a crise de imagem que vive.
Assessores no Planalto também dizem não ter recebido confirmação do encontro entre Flávio e Trump e minimizam o impacto da reunião, caso ela se confirme. "Não nos preocupa", disse um assessor de Lula à coluna sob reserva.
Como a coluna noticiou mais cedo, auxiliares de Flávio dizem que a reunião está prevista para ocorrer na Casa Branca, entre a terça-feira (26/5) e a quinta-feira (28/5). o convite para o encontro, afirmam, teria partido do governo Trump.
O Metrópoles procurou a embaixada dos Estados Unidos no Brasil e a Casa Branca para confirmar o encontro entre Trump e Flávio, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.
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