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China cobra libertação imediata de Nicolás Maduro e acusa EUA de violar direito internacional

Em novo comunicado, governo chinês pede garantias à integridade física do presidente venezuelano


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realDonaldTrump/Reuters

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A China voltou a se manifestar neste domingo (4) e pediu que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Em comunicado oficial, o governo chinês afirmou que a integridade física de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, deve ser garantida e cobrou de Washington o fim das ações voltadas à derrubada do governo venezuelano.

Na nota, Pequim classificou a operação americana como uma violação evidente do direito internacional e reforçou a necessidade de respeito à soberania da Venezuela. A manifestação ocorre após declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feita no sábado (3), na qual afirmou que Maduro e sua esposa haviam sido retirados do país.


Esta foi a segunda reação formal da China desde o anúncio do governo norte-americano. Na sexta-feira (2), Pequim já havia criticado os Estados Unidos por "condutas hegemônicas" e pelo "uso aberto da força", defendendo o respeito à Carta das Nações Unidas e aos princípios que regem as relações internacionais.

BBC


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