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Trump aumenta tarifa global para 15% após decisão da Suprema Corte

Republicano afirmou que nível tarifário é 'totalmente permitido e legalmente testado'


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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (21) que optou por aumentar as tarifas globais de 10% para 15%. O pronunciamento do republicano veio após a decisão da Suprema Corte americana de rejeitar as tarifas impostas nos últimos meses.

Em publicação na rede social Truth Social, o republicano afirmou que irá, "com efeito imediato, elevar a tarifa mundial de 10% sobre países, muitos dos quais vêm explorando os EUA há décadas, sem retaliação (até a minha chegada!), para o nível totalmente permitido e legalmente testado de 15%."

"Nos próximos meses, o governo Trump determinará e emitirá as novas tarifas legalmente permitidas, que darão continuidade ao nosso processo extraordinariamente bem-sucedido de tornar a América grande novamente", complementou.

Veja a publicação na íntegra:

"Uma vergonha"

O anúncio vem na esteira do discurso feito na última sexta-feira (20). O presidente americano classificou a decisão como como "profundamente decepcionante" e disse estar envergonhado dos juízes da Suprema Corte que votaram contra as medidas.

"A decisão da Suprema Corte sobre as tarifas é profundamente decepcionante, e estou envergonhado de certos membros da Corte, absolutamente envergonhado por não terem a coragem de fazer o que é certo para o nosso país", declarou Trump durante coletiva na sala de imprensa da Casa Branca.

Durante o primeiro mandato, Trump nomeou os juízes conservadores Amy Coney Barrett e Neil Gorsuch, que se juntaram ao presidente da Suprema Corte, John Roberts, e aos três juízes liberais na maioria.

"Eles são contra tudo o que torna os EUA fortes. Eles também são, francamente, uma vergonha para a nossa nação", afirmou Trump.
"Gostaria de agradecer e parabenizar os juízes Thomas Alito e Kavanaugh pela força, sabedoria e amor pelo nosso país", continuou Trump.
"Quando você lê os votos dissidentes, não há como alguém argumentar contra eles".

CNN


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