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Trump diz que aproveitou "última e melhor chance" para atacar o Irã

Trump projetou uma "vitória fácil" contra o Irã, classificado por ele como uma ameaça "intolerável"


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Kyle Mazza/Anadolu via Getty Images

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (2/3), que o ataque contra o Irã foi a "última e melhor chance" de conter o programa nuclear iraniano.

"Esta era a nossa última e melhor chance de atacar e eliminar as ameaças intoleráveis ​​representadas por este regime doentio e sinistro", disse Trump à imprensa no Salão Leste da Casa Branca.

Sem apresentar provas concretas, o presidente dos EUA afirmou que Teerã poderia atingir o território norte-americano com mísseis em breve. Por isso, segundo ele, um dos objetivos da ofensiva é destruir a capacidade militar do Irã.

De acordo com Trump, a vitória dos EUA e Israel no conflito será "fácil". O líder norte-americano voltou a dizer que o país projetou de 4 a 5 semanas de operação no Irã, mas "poderá ser mais"

Os EUA e Israel iniciaram bombardeios contra o Irã no sábado (28/2). Mais de 130 cidades foram atingidas e o aiatolá Ali Khamenei, líder do país, foi assassinado. Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho no país (IRCS), ao menos 550 iranianos morreram nos ataques. 

O governo do Irã, por sua vez, continua realizando ataques contra bases militares norte-americanas espalhadas pela região.

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que o país não está aberto a negociar com os Estados Unidos.

Conflito escala

A guerra protagonizada pelos Estados Unidos, por Irã e Israel entrou no 3º dia nesta segunda-feira após um fim de semana de crescentes hostilidades. O confronto já impactou diretamente ao menos 11 países e promete se estender pelos próximos dias.

Na noite dessa domingo (2/3), o conflito ganhou um novo capítulo com trocas de hostilidades entre o Hezbollah, grupo extremista libanês, e Israel. O grupo reivindicou um ataque contra uma base militar em Haifa, ao norte de Israel, em demonstração de apoio ao Irã após a morte de Ali Khamenei.

O governo israelense respondeu com ataques contra alvos em todo o Líbano. O Exército alega que o Hezbollah "opera em nome do regime iraniano".


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