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Operação Baía das Onças: PF, Funai e Ibama inutilizam draga em ação contra garimpo ilegal no Rio Guaporé

Ação conjunta entre segunda e quarta-feira (26 a 28/1) atuou no interior de Terra Indígena


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Foto: Reprodução/Polícia Federal (PF)

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou ontem (28) resolução que amplia o uso de medicação a base de cannabis no Brasil. Com a aprovação, serão permitidas as de aplicação sublingual, bucal e dermatológica. Antes a agência registrava medicação para uso oral e inalatório somente.

A Anvisa também liberou o cultivo de cannabis para fins medicinais e de pesquisa, apenas para empresas e associações, com produção compatível à demanda farmacêutica. O plantio não foi liberado para a população em geral.

Também foi autorizado o cultivo do cânhamo industrial, variação com teor de tetrahidrocanabinol (THC) - componente psicoativo da planta - inferior a 0,3%. O cânhamo industrial não causa efeitos psicotrópicos, e é altamente valorizado pelo potencial terapêutico em tratamentos de condições neurológicas, como a epilepsia.

A ampliação do uso de produtos com teor de THC acima de 0,2% também foi aprovada, antes restrita a condições clínicas irreversíveis ou terminais somente. Agora, pacientes com dor neuropática crônica, por exemplo, também serão beneficiadas.

As novas regras podem impactar na compra produtos à base de cannabis que não tem no Brasil, que atualmente registra 33 produtos de canabidiol, além de 16 extratos autorizados pela Anvisa.


Fabíola Kopp - Portal SGC

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