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Caso Marta Isabelle: Polícia Civil aprofunda investigações e Seduc esclarece vínculo escolar da vítima

DHPP aprofunda diligências sobre morte de adolescente em Porto Velho; Seduc detalha vínculo escolar da vítima e entrega documentos às autoridades


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A comoção em torno da morte da adolescente de 16 anos, encontrada morta e com sinais de tortura na casa do pai, levou as autoridades a se manifestarem nesta quinta-feira (26).

A Polícia Civil de Rondônia (PCRO) pede cautela diante das informações que estão sendo divulgadas para não comprometer as investigações, e ressalta que qualquer conclusão sobre a motivação ou dinâmica do crime ainda é prematura. A PCRO também assegurou que divulgará atualizações assim que "houver informações consolidadas".

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) desde o primeiro momento, e de acordo com a instituição, equipes já estiveram no local para os levantamentos preliminares e, agora se encontram em de diligências para esclarecer as circunstâncias e a autoria do crime.

Seduc esclarece vínculo escolar da vítima

Paralelamente, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) também se manifestou por meio de uma nota, repercutindo os questionamentos sobre o possível acompanhamento da adolescente pela rede de ensino. A pasta esclareceu que Marta Isabel dos Santos (nome que consta nos registros escolares) manteve vínculo com a rede estadual de ensino até junho de 2023, quando estudava na escola Jânio Quadros.

Segundo a Seduc, na ocasião, o responsável legal pela estudante solicitou transferência para o estado da Paraíba, documento que está arquivado na unidade escolar, e explicou que, nos casos de transferência interestadual, a emissão da declaração é feita mediante solicitação do responsável, não sendo exigida a comprovação imediata de matrícula no destino.

A Seduc informou ainda que solicitou à unidade escolar todos os documentos e registros referentes ao período em que a adolescente esteve vinculada à rede. O objetivo, segundo a nota, é colaborar com quaisquer esclarecimentos necessários às autoridades.

O caso chocou a população e tem repercutido pela crueza dos relatos — incluindo cárcere privado, tortura e a descoberta do corpo em avançado estado de decomposição. Os três suspeitos presos (pai, madrasta e avó paterna) estão à disposição da Justiça.


Portal SGC

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