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Homem é preso em shopping suspeito de dopar e estuprar colegas de trabalho

Uma das vítimas tinha 17 anos; homem foi detido enquanto trabalhava


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Um funcionário de um restaurante do Shopping Anália Franco, zona leste da capital paulista, foi preso nesta quinta-feira (5) suspeito de dopar e estuprar duas colegas de trabalho.

O homem foi detido enquanto trabalhava por policiais da 5ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O suspeito era considerado foragido e permanece à disposição da Justiça, informou a SSP (Secretária de Segurança Pública) de São Paulo.

Uma das vítimas tinha 17 anos. Segundo a investigação, ambas saíram com o suspeito, beberam álcool oferecido por ele e depois perderam a consciência. Os crimes foram registrados em julho e agosto do ano passado.

As duas jovens relataram ter acordado em uma casa que não conheciam. Segundo registro de ocorrência, elas descreverem um local com as mesmas características, e relataram dores nas partes íntimas.

O exame toxicológico da adolescente apontou presença de diazepam, sedativo que a mulher afirmou não usar. O laudo também identificou um machucado leve na região das nádegas, causado por algum tipo de impacto ou pancada.

Em nota, o Shopping Anália Franco se solidarizou com as vítimas. A instituição afirmou que "não compactua com qualquer tipo de violência e colaborou com as autoridades no que foi necessário no momento".

O UOL entrou em contato com o restaurante onde suspeito e vítimas trabalham, mas não obteve retorno. O texto será atualizado em caso de resposta. A defesa do suspeito não foi encontrada, mas o espaço fica aberto para manifestações.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

Notícias ao Minuto


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