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Mulher é presa após ajudar marido a estuprar e matar a própria irmã

Caso envolve feminicídio, violência sexual e possível participação de familiares da vítima. O corpo da jovem foi encontrado em 11 de março


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Material cedido ao Metrópoles

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Uma mulher identificada como Jéssica Martins, de 36 anos, foi presa na última quinta-feira (26/3), suspeita de participar de um crime brutal contra a própria cunhada, em Cuiabá, no Mato Grosso. Segundo a Polícia Civil, ela teria ajudado o marido, Marcos Pereira Soares, de 23 anos, a estuprar e matar a irmã dele, a adolescente Estefane Pereira Soares, de 17 anos.

O corpo da jovem foi encontrado na noite do dia 11 de março, submerso em um córrego. De acordo com as investigações, a vítima estava com pedras amarradas ao corpo e apresentava sinais de violência.

As autoridades apontam que Estefane teria saído de casa voluntariamente após receber um pedido do irmão para uma conversa sobre a mãe. Ao chegar ao local, no entanto, ela teria sido vítima de violência sexual e, posteriormente, assassinada. Marcos Pereira Soares foi preso em flagrante e é apontado como o principal autor do crime. Ele responde por feminicídio e também é investigado por estupro.

Investigação e prisão

Durante o andamento das investigações, a Polícia Civil identificou indícios de que Jéssica Martins teria participado da ação criminosa. Inicialmente, ela negou qualquer envolvimento.

Segundo o delegado Caio Albuquerque, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), há elementos que indicam a participação da suspeita. "Há indícios de que ela concorreu para a morte da cunhada", afirmou.

Após o cumprimento das ordens judiciais, Jéssica foi encaminhada à DHPP, onde passou por audiência de custódia. Ela permanece à disposição da Justiça.

Comoção e repercussão

O caso gerou grande comoção na região pela brutalidade e pelo envolvimento de familiares no crime. As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes e responsabilidades dos envolvidos.

A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e destaca a importância da colaboração da população em casos de violência.


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