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Caso Thawanna: defesa de PM que matou mulher em abordagem se manifesta

A PM Yasmin Cursino Ferreira responde por ter matado Thawanna da Silva Salmázio em uma ocorrência no dia 3 de abril. Defesa alega inocência


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A defesa da soldado da Polícia Militar (PM) Yasmin Cursino Ferreira se manifestou neste sábado (11/4), a respeito do caso em que a agente responde por ter matado Thawanna da Silva Salmázio com um tiro no peito, no dia 3 de abril, na zona leste de São Paulo.

Em nota, o advogado Alexandre Guerreiro afirmou que a PM foi agredida por Thawanna e que efetuou um único disparo para "cessar a escalada das agressões por parte da vítima". A versão é a mesma apresentada pela própria agente logo após dar o tiro que matou a mulher.

O posicionamento da PM ainda aponta que a agente é inocente e que a equipe policial acionou o socorro imediatamente, também dando ciência às autoridades competentes.

Imagens de câmeras corporais

Nas imagens acima, publicadas pela TV Globo, é possível ver o momento em que uma dupla de policiais em uma viatura passam pela Rua Edimundo Audran e batem o retrovisor da viatura — no lado do motorista — no braço do marido de Thawanna, Luciano dos Santos.

O PM que está na direção do veículo dá ré e começa a discutir com o rapaz. Enquanto isso, a policial militar Yasmin Cursino Ferreira desembarca do carro e também começa a discutir com a mulher. Por volta das 3h, a agente atira em Thawanna.

METRÓPOLIS

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