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Menino de 1 ano morre com marcas de tortura e suspeita de estupro

Funcionário de UPA suspeitaram de marcas no corpo do menino. A mãe e um ex-companheiro foram presos por estupro de vulnerável e tortura


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Prefeitura Guarujá/Divulgação

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Um menino de 1 ano morreu com marcas de tortura e suspeita de estupro, no Guarujá, litoral sul de São Paulo. A mãe da criança e um ex-companheiro foram presos por envolvimento na morte.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou lesões potencialmente de tortura e abuso sexual, segundo a Polícia Civil.

Inicialmente, a morte de Noah de Andrade Nascimento era investigada como maus-tratos e morte suspeita. A mãe, Iarley do Nascimento Bezerra, de 23 anos, levou o menino à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rodoviária, na madrugada da última segunda-feira (26/5), depois de supostamente o garoto ficar "sem reação" após se alimentar.

No hospital, funcionários identificaram ferimentos indicando tortura e abuso sexual e comunicaram a Polícia Militar (PM).

As suspeitas levantadas no atendimento médico foram corroboradas por um laudo do IML que apontou indícios de tortura e de abuso sexual — o menino tinha escoriações e arranhões nos pulsos com aspecto de cortes, além de marcas de cigarro perto da axila.

A Justiça decretou a prisão temporária da Iarley e de José Erasmo Felix Mouzinho, de 52 anos.

Segundo a polícia, os dois teriam mantido um relacionamento no passado e Mouzinho pagava o aluguel de Iarley. Ela tinha se separado do pai do menino há cerca de uma semana.

O pai e a bisavó paterna da criança foram ouvidos pela Polícia Civil. Segundo eles, o menino vivia em condições precárias, além de não ter cuidados necessários. O bebê já havia sido internado com anemia e obesidade infantil.


Metrópoles


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