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VÍDEO: Acusado confessa matar homem com quatro facadas, mas é liberado após depoimento

Homem de 34 anos admitiu ter matado Ueliton durante uma discussão em uma confraternização


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A Polícia Militar localizou, na noite deste domingo (21), o homem apontado como autor do homicídio de Ueliton , de 44 anos, morto após ser esfaqueado durante uma discussão ocorrida na zona Sul de Porto Velho.

Segundo a ocorrência policial, o suspeito, identificado como Elton S. V., de 34 anos, foi encontrado na Linha 17, após a ponte sobre o rio Madeira. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Departamento de Flagrantes, onde confessou ter desferido os golpes de faca contra a vítima.

Em depoimento, Elton negou que o crime tenha sido motivado por uma discussão envolvendo o "bronzeamento" da esposa da vítima, versão inicialmente apresentada por testemunhas. Segundo ele, o desentendimento teria começado por causa de uma obra.

De acordo com testemunhas, o grupo consumia bebidas alcoólicas na casa de uma amiga quando teve início uma discussão entre os dois homens. Durante o desentendimento, Ueliton teria pegado uma cadeira de plástico para agredir Elton. Em seguida, o suspeito foi até a cozinha, armou-se com uma faca e desferiu quatro golpes contra a vítima.

Mesmo gravemente ferido, Ueliton conseguiu sair da residência, entrou em seu veículo e tentou buscar ajuda. No entanto, perdeu o controle da direção e colidiu contra uma defensa metálica na Rua Geraldo Siqueira, esquina com a Rua Capitão Sílvio, no bairro Cidade do Lobo.

Equipes do SAMU prestaram os primeiros socorros e encaminharam a vítima ao Hospital João Paulo II. Apesar dos esforços médicos, Ueliton não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (21).

Após o crime, policiais militares retornaram ao local da briga, onde apreenderam a faca utilizada no homicídio.

Embora tenha sido localizado e confessado o crime, Elton foi liberado após ser ouvido pela autoridade policial. Conforme a legislação, o período de flagrante já havia se encerrado e não existia mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

O caso foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações e poderá representar pela prisão preventiva do investigado.


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