A volta às aulas em 2026 chegou com um aumento médio de 10,99% nos preços do material escolar em Rondônia. Um conjunto de 20 itens básicos, que no ano passado custava cerca de R$ 154, passou a custar R$ 171,83. A pesquisa apontou ainda uma grande variação nos valores entre os estabelecimentos, com diferenças que chegam a 220% para alguns produtos específicos. Dos 20 itens analisados, 18 registraram alta.
Para lidar com o reajuste, os consumidores têm recorrido a promoções, descontos e modalidades de parcelamento estendido oferecidas pelo comércio. As papelarias registram movimento positivo e apostam em estratégias agressivas de desconto e facilidades de pagamento para garantir as vendas e permitir que os pais consigam completar a lista de materiais.
De acordo com lojistas, houve uma melhora na procura e no volume de negócios em comparação com 2025. Muitos estabelecimentos afirmam ter absorvido parte do aumento de custos repassado pelos fornecedores para tentar minimizar o impacto final para o cliente, criando promoções pontuais e condições especiais para pagamento à vista.
A estratégia do setor tem sido combinar a busca por preços competitivos junto aos fornecedores com promoções atrativas e um atendimento qualificado. O objetivo é manter o consumidor satisfeito, mesmo diante dos reajustes inevitáveis.
Com o aumento próximo de 11%, o material escolar se consolida como um item de impacto significativo no orçamento familiar em 2026. O cenário reforça a importância da pesquisa de preços e do planejamento antecipado por parte dos consumidores, enquanto o comércio busca alternativas para manter o consumo aquecido.
Fabíola Kopp - Portal SGC