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Projeção de ganhos no Carnaval 2026 é de R$ 122,9 Milhões em Rondônia

Fecomércio/RO prevê crescimento de 3% nos negócios; setor de hospedagem em Porto Velho deve concentrar receita de R$ 23,8 milhões


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Foto de VENUS MAJOR na Unsplash

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O Carnaval de 2026 deve gerar um impacto relevante na economia de Rondônia, com uma movimentação financeira estimada em R$ 122,9 milhões. A projeção é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio/RO), que aponta um crescimento de aproximadamente 3% no volume de negócios durante o período festivo.

De acordo com a entidade, o setor de hospedagem deve concentrar parte significativa da receita, com uma arrecadação prevista de R$ 23,8 milhões. A maior parte da demanda ocorre em Porto Velho, onde se concentra a programação oficial. A capital rondoniense deve receber cerca de 281 mil foliões ao longo das semanas de festa, com mais de 25 blocos desfilando em diferentes regiões da cidade. A agenda inclui 20 agremiações distribuídas pelos circuitos Centro, Pinheiro Machado, Zona Sul e Zona Leste, com atividades programadas de 31 de janeiro a 28 de fevereiro.

Além do turismo e da hotelaria, a festa impacta outros segmentos da economia local. A cadeia produtiva envolve desde bares e restaurantes até setores indiretos, como confecção de fantasias, produção gráfica, serviços de comunicação e transporte de passageiros. A Fecomércio avalia que o período tende a ampliar o consumo em diferentes áreas, estimulado pelo aumento da circulação de pessoas, o que gera demanda por alimentação, vestuário, serviços, lazer e oportunidades temporárias de trabalho.

No cenário nacional, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o Carnaval de 2026 movimente R$ 12,03 bilhões em receitas, com crescimento real de 2,1%. O Ministério do Turismo projeta a participação de cerca de 53 milhões de pessoas em todo o país, um aumento de 8% no número de foliões. Em Rondônia, a expectativa é que o movimento gere impacto direto no comércio e nos serviços, com reflexos na renda de trabalhadores formais e informais.


Fabiola Kopp - SGC

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