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Cotação da soja recua em Chicago após ajustes técnicos e demanda chinesa

Mercado devolve ganhos da sessão anterior que tiveram suporte do farelo ainda firme e margens de esmagamento nos EUA próximas de US$ 100/t


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Os vencimentos futuros finalizaram a sessão desta quinta-feira (16) com queda na Bolsa de Chicago. O contrato futuro para entrega em julho fechou com queda de 0,23% e cotado em US$ 11,8050 por bushel.

Os preços da soja recuaram em Chicago após os ganhos na sessão anterior com suporte vindo do farelo e das margens de esmagamento nos Estados Unidos próximas de US$ 100 por tonelada.  

A consultoria Agrinvest destacou que o cenário político volta ao radar com sinalizações de aproximação entre EUA e China, podendo destravar demanda. A expectativa de visita do presidente americano, Donaldo Trump à China reforça o viés de negócios no fluxo global.

No Brasil, cerca de 20 navios de soja foram negociados nesta semana, com crushes chinesas ainda cobrindo posições, mas com margens mais apertadas.

Milho

O contrato futuro para entrega julho do milho finalizou a sessão com leve baixa de 0,60% na Bolsa de Chicago, em que ficou cotado em US$ 4,5775 por bushel.

A Agrinvest pontuou que os preços do milho recuaram acompanha a soja. O mercado acompanha o ritmo de plantio do milho americano, com atenção voltada ao clima, já que as chuvas começam a atrapalhar o plantio inicial em algumas regiões.

Trigo

Os preços futuros do trigo fecharam com alta moderada com sessão na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho registrou ganho de 0,79% e está cotado em US$ 6,0650 por bushel.

O preço do trigo subiu nas negociações noturnas em meio ao clima extremamente seco nas planícies do sul dos EUA.

Os mapas do Serviço Nacional de Meteorologia mostram que alertas de bandeira vermelha, um indicador de clima perigosamente seco, estão em vigor para grande parte do Kansas e das regiões montanhosas de Oklahoma e Texas, onde o trigo vermelho de inverno está sendo cultivado. 

Segundo o Monitor de Seca dos EUA, no início do mês, cerca de 55% do Kansas, o maior produtor de trigo dos EUA, estava sofrendo com a seca. Esse número era de 45% na semana anterior e de 14% três meses atrás.

Boa parte das lavouras na região de Oklahoma estavam em condições de seca, número inalterado em relação à semana anterior, mas superior aos 73% de três meses atrás.

cnnbrasil


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